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A Realidade do Curso de Direito

O Curso de Direito é um dos mais procurados pelos estudantes brasileiros devido a carreira jurídica e a possibilidade de prestar concursos públicos em várias áreas.
Nos últimos anos, ocorreu um excesso de abertura de faculdades de direito que já são 1240 no nosso país.
O Brasil possui mais faculdades de direito do que todos os países do mundo.
O nível de alguns cursos deixa muito a desejar: professores ruins, bibliotecas defasadas, alunos despreparados e a falta de estágio para tantos estudantes contribui muito para essa situação do curso de direito brasileiro.
Mais de 4 milhões de estudantes estudam em faculdades que não ensinam mediação, conciliação e arbitragem.
A maioria dos cursos de direito funcionam de forma precária.
O nosso país é o terceiro colocado com o maior número de advogados no mundo e a situação seria pior se não houvesse o exame de ordem, o número chegaria a mais de 800 mil advogados, pois temos mais de 3 milhões de bacharéis que não estão inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil.
O resultado é que quando a maioria dos estudantes se formam tem de fazer um cursinho para passar no Exame de Ordem.
Em média, muitos bacharéis levam de dois a cinco anos para passar no exame ou em um concurso público.
Para muitos o exame é um absurdo, já que se estuda cinco anos e depois para se exercer a profissão dependesse de uma prova que na maioria das vezes não qualifica ninguém, já que nem todos que conseguem passar são excelentes profissionais.
E já para outros é uma forma de selecionar os bacharéis, fazendo com que apenas os bons estejam habilitados a exercer a profissão.
Geralmente, a prova do exame e os concursos públicos não são baseados no curso de direito, o que leva um bacharel a estudar mais de oito horas por dia na tentativa de exercer sua profissão.
Os concursos públicos para promotor de justiça, juiz ou defensor público não conseguem preencher suas vagas, tamanha é o grau de dificuldade das provas.
A solução que muitos bacharéis encontram é procurar emprego em outra área, já que necessitam trabalhar para sua sobrevivência e nem todos tem condições financeiras de fazer cursinho ou disponibilidade para estudar muito tempo.
Mas, de quem é a culpa?
A culpa é compartilhada.Da faculdade que tem uma má qualidade de ensino, do Ministério da Educação que autoriza a abertura de tantas faculdades sem ter a menor necessidade, dos alunos que são graduados sem terem conhecimento do básico e do governo que sabe de toda essa situação e não toma providência alguma.
O primeiro passo é admitir que o problema existe e que tem possibilidades de ser resolvido,basta ter interesse.
Afinal de contas, o Brasil está formando profissionais desqualificados e não aptos para exercer a profissão.
Uma realidade desanimadora.
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16 comentários:

  1. Minha realidade pode-se dizer, mas tá complicado, vc fica anos esquentando cadeira, quase enlloouquece com códigos, CF, se perde nas leias, pois sempre tem atualização, e mesmo assim demora passar num concurso...

    Beijos!

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  2. Pow é isso ai mesmo. Eu fico mt bravo quando eu pergunto o que a pessoa quer fazer da vida e ela fala direito! pow tanta opção fica nessa coisa já carimbada na mente das pessoas. Pow faz se tiver talento, não só pra enxer linguiça

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  3. O curso de direito do q adianta vira advogado se o mundo continua a mesma merda de sempre/?
    =/
    existem muitos advogados ruims!

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  4. Acho que a "culpa" está em vários setores: na prova que realmente é difícil, nas faculdade que formam mal seus profissionais, no MEC que autoriza a abertura desses cursos e até no povo brasileiro que se soubesse lutar por seus direitos não daria emprego a tantos advogados e não incentivaria esse despejo de novos profissionais da área a cada ano.

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  5. Excesso de cursos de baixa qualidade acaba gerando excesso de profissionais incompetentes no país. E logo em Direito?! Complicada essa situação...

    A frustração daqueles que cursam e não conseguem aprovação no exame da OAB ou bom posicionamento no mercado de trabalho é uma problemática grave.

    Esses cursos deveriam sofrer maior fiscalização para que os alunos não fossem prejudicados.

    Até, Milena!

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  6. olá Milena,

    O exame de ordem é necessário prá verificar se obel tem condições de advogar. Pode ser um ótimo estudante e não estar pronto para ser advogado. O exame da OAB é nacional e publica-se um ranking das Faculdades. Se não fosse ele -- exame de ordem -- coitada da populaçção que seria atendida por profissionais inconpetentes.........
    Qdo eu fiz em Sampa, tirei 10 na segunda fase, apenas.....................

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  7. É por isso que no nosso país existem tantos advogadozinhos porta de cadeia pra ficar diminuindo a pena de Nardoni e afins. Faz um curso de merda já que toda universidade tem direito, paga uma nota, paga pra passar, sai, não passa em concurso e fica aí, ajudando esse bando de fdp.


    Muito bom seu post

    http://gastandomuitopouco.blogspot.com/

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  8. Milena, postagem interessante.

    Sempre que posso visito seu blog, sempre tem ótimas postagens

    http://cinemaparceirodaeducacao.blogspot.com/

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  9. Discordo um pouco do post, veja bem, me formei numa faculdade de 2ª linha, fiz um cursinho preparatório de 3 meses e passei logo na 1ª vez na OAB (nas duas fases), e não sou nenhum gênio não, o fato é que se vc verificar nas proximidades das faculdades os barzinhos estão cheios, e as salas vazias, sendo que na maioria das vezes os papais estão pagando as mensalidades dos filhinhos achando que os mesmos estão se dedicando, mas na verdade estão enchendo a cara de segunda a sábado.
    Não que eu nunca tenha cabulado uma aula pra beber com os amigos, mas isso é uma exceção, não a regra.
    Quanto ao exame da ordem, posso afirmar que não exige nenhum conhecimento absurdo, nada além do que hoje vivencio na prática diária, não tinha nenhuma "pegadinha" ou coisa parecida, quem faz estágio e se dedica, com certeza sabe que aquilo que está na prova é a praxe.
    A situação sempre foi clara, quem entra na faculdade de direito sabe que terá o exame da ordem no final, e infelizmente, nem todos tem os requisitos necessários para passar neste exame, algumas pessoas realmente não foram feitas para matérias tão complexas, não estou inferiorizando ninguém, veja bem, hoje de tarde fui correr na praça, faço isso como hobby, mas se dependesse disso pra viver, com certeza morreria de fome, assim como alguns corredores se fossem estudar direito jamais passariam no exame da ordem, bem como jogadores de futebol e assim por diante, cada um com a sua habilidade pessoal, e isso deve ser analisado antes de se entrar num curso desse, eu, por exemplo adoraria ser campeão de MMA, mas pra mim isso seria impossível (ou não??).
    Para finalizar, o bacharel de direito pode exercer várias funções, pode ser professor, delegado, o conhecimento adquirido serve para vários concursos, mesmo que não especificamente para cargos jurídicos, etc... o exame da ordem só concede ao bacharel a capacidade postulatória, ou seja, é um meio do bacharel provar que está apto a defender o interesse de outro sem lhe causar prejuízo, e eu acho que é um meio extremamente eficiente.
    Espero ter elucidado algumas dúvidas de quem ler o post e desejar boa sorte aos que estão se preparando para o exame da ordem.

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  10. Discordo da opinião do Eduardo.
    Se os alunos vão para o bar é porque a aula é massante e desinteressante.
    Você mesmo citou qua faculdade que cursaste é de segunda linha, pois teve a necessidade de fazer cursinho ou seja a própria escola não oferecia condições para que o aluno passasse.
    A boa faculdade ensina tudo sem necessidade de cursinho preparatório.
    Vi muitos colegas que faziam estágios e abriram mão de sua vida social tentarem OAB por anos e não passarem e desistirem da profissão.
    Estágio não qualifica ninguém até porque tem muitos lugares que oferecem estágios que se as pessoas fossem prestar o exame não passariam.
    A carreira oferece outras opções como a pública, mas para prestar muitos concursos tem se a necessidade de advogar por um certo período.
    Vejo muitas pessoas reclamando que a faculdade não as habilitou para tal.
    É fácil jogar a culpa no aluno, mas a faculdade também tem.
    O nível do exame tem sido de concurso público e não de quem acabou de se formar.
    A taxa de aprovação está cada vez mais baixa.
    A realidade é a especificada no post pela autora.

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  11. Eu sou formada em Direito e me formei na melhor universidade particular em Direito do meu Estado, que é a UNICAP( Universidade Católica de Pernambuco). Quase todo mundo que eu conheço e que estudou na católica passou de primeira no exame da ordem, tanto é que essa é uma das universidades que mais aprovam na OAB aqui em Pernambuco. Claro que houve os que não passaram. Mas dentro do universo de pessoas que conheci lá e que fizeram o exame da ordem, os reprovados eram minoria e, ao contrário do que alguém falou aí e que poderia influenciar na reprovação de alguém nesse exame, a Católica, embora seja a maior universidade do norte e nordeste, na área de Direito possui livros extremamente obsoleto. Eu jã peguei um Maria Helena Diniz lá da década de 70, minha gente!

    A grande verdade é que a imprensa adora fazer um carnaval quando ocorrem exames da OAB onde menos da metade dos candidatos são aprovados na 1ª fase. Por advogado ser uma profissão nobre e por isso muito visada, chama logo a atenção esses números e a culpa sempre recai sobre os alunos ou sobre as universidades ou ainda sobre ambos.

    Os leigos nunca param para se perguntar como é o exame da ordem? As questões estão no nível de conhecimento para um bacharel? Sim porque, para mim, constitui-se um argumento fraquíssimo alguém vir me dizer que a prova tem que ser difícil mesmo para selecionar quem teria mais capacidade ou não. Pensar assim, é se permitir que todo tipo de desproporcionalidade ocorra em nome da seleção dos melhores. Trocando em miúdos: é ser injusto. Só dando um exemplo para ilustrar o que estou querendo dizer, não se pode exigir, por exemplo, que um bacharel tenha o mesmo conhecimento em Direito do Trabalho que alguém que tem uma especialização na Espanha nessa área. Da mesma forma não se pode elaborar provas para bacharéis com nível de prova para promotor ou juiz como já ocorreu. Essas São questões importantes para se pontuar antes de começar a se falar determinadas coisas que com todo respeito a quem elaborou o texto, são extremamente clichés e rasas.

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  12. Outra coisa: achar que alguém só porque passou cinco anos estudando em uma faculdade não precisaria de um cursinho para potencializar suas chances de passar no Exame da Ordem é ignorância sobre a área. Algumas matérias em Direito são muito extensas. Paralelamente a isso, o estudante de Direito ainda não tem a prática do dia-a-dia, a não ser a do Estágio que geralmente é apenas em uma área específica como tributário, penal, essas coisas. Isso pode fazer muito bem com que o aluno se esqueça de detalhes de algumas matérias que ele viu há muito tempo. Daí a necessidade de se fazer um cursinho. Uma que eles vão direcionar as aulas totalmente para o modelo de questões que cai no exame, o que não ocorre na universidade, onde o professor concentra as informações que ela dará em aula naquilo que ele entende que um profissional deveria saber. Quase todo mundo que faz cursinho para o exame da ordem passa. Cursinho é uma verdadeira mão na roda e eu aconselho a todo mundo que faça. Claro que eu conheço pessoas que não fizeram cursinho e passaram. Mas fazer um cursinho como uma garantia maior para aprovação não é nada demais. Aliás, um cursinho básico de resoluções de provas para a prova da OAB, custa um pouco menos ou bem menos, a depender da cidade, o que o valor pago para realizar esse exame que, para quem não sabe, é de R$ 200,00 reais, ou seja, muito mais caro do que a inscrição da maioria dos concursos e um pouco mais caro até que a inscrição para concurso de juiz. Então, por esse preço, a OAB tem todo interesse do mundo que o exame seja o mais difícil possível porque, a cada reprovação, é R$ 200,00 reais que ela ganha de cada candidato. Como o Brasil é um país de bacharéis, comecem a fazer as contas de quanto a OAB não ganha com esse exame. Sem contar que, para quem não sabe, exame da ordem tem duas ou é três vezes ao ano... Então os argumentos dados pela OAB para tentar justificar o nível da prova é falso. Por trás disso, há todo um interesse financeiro, minha gente! Se a OAB não ganhasse um centavo com o exame da ordem, se fosse algo que só desse trabalho a ela se nenhum retorno financeiro, ela seria a primeira interessada a declarar a inconstitucionalidade desse teste e que fique bem claro que eu não tenho nada contra o exame da ordem. Eu sou terminantemente contra ao valor absurdo que se cobra para fazer esse teste.

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  13. Ainda uma outra coisa: se a intenção do exame da ordem é realmente impedir que pessoas mal preparadas adentrem o mercado de trabalho por inércia da instituição de que vieram, por que a OAB não atua junto as autoridades públicas, realizando inspeções nessas universidades a fim de averiguar a qualidade do seu ensino. Agora esperam se passar cinco anos para verificar isso em um teste que custou ao candidato R$ 200,00 reais? Por que não sanar o problema antes? Querem resolver o problema só no final do curso cobrando R$ 200,00 reais... Ou seja, vê-se daí que não há interesse algum em se expurgar os maus profissionais do mercado. O que há é interesse financeiro mesmo... E ninguém se liga nisso. Fica todo mundo atrás desse sensacionalismo midiático em torno do exame da ordem

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  14. Quando escrevi sobre o assunto a dois anos atrás queria mostrar um pouco do curso de direito, percebi que com o tempo a aprovação diminuiu bastante.
    Não vejo a mídia como culpada da divulgação da não aprovação, ela mostra a realidade.
    Os cursinhos são outra forma de lucro com a situação e é interessante para a ordem que poucas pessoas sejam aprovadas.
    Se aplicar o exame para os advogados antes que a prova foi estabelecida no país, a maioria não sabe nada.
    O exame não mede a capacidade de ninguém.
    Muitas pessoas passam na prova e na teoria não sabem nada.
    Outras não passam no exame, mas conseguem ser aprovadas em concursos públicos.

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  15. Li o seu texto!
    Interessante tanto leitura quanto as conversas.
    Infelizmente, fui um dos que fez "forçado" curso de direito, terminei faz 3 anos.

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