• Titulo 1 Receitas deliciosas para você arrasar na cozinha!
  • Titulo 2Dicas e posts de ajuda para blogueiros/as
  • Titulo 3Papo sobre relacionamentos, amor, separação...
  • Titulo 3Tecnologia, partilha de dicas e muito mais!
  • Titulo 3Depoimentos e histórias
1 2 3 4 4
Image Slideshow by WOWSlider.com v4.8

As 20 Perguntas que as Mulheres mais se fazem


1. Tenho de ser mãe?
Você não “tem de” fazer nada. É uma escolha e, como tal, precisa de um ingrediente mágico para funcionar: assumir a responsabilidade pela decisão. O tempo em que as mulheres só se consideravam plenamente realizadas quando tinham filhos já passou, e não existe mais aquela pressão social aterradora do passado. Mesmo quem decide adiar a maternidade tem alternativas proporcionadas pela medicina. Procure se perguntar quais são suas prioridades atuais e tenha coragem para vislumbrar o futuro?Se quer focar a carreira, considere as consequências que essa decisão trará daqui a alguns anos. A questão central é: está disposta a desacelerar o trabalho para ter filhos? Em alguns casos, é preciso até abrir mão, mesmo que temporariamente, da carreira.”

2. Preciso mesmo de um homem para chamar de meu?
Para a maioria de nós, a vida fica, sim, mais luminosa com um companheiro para amar, dividir, dar risada, pedir colo. A questão é: como identificar essa pessoa na multidão sem bater tantas vezes a cabeça? Ao se interessar por alguém, você deveria investigar se ele trata bem a mãe, se gosta do emprego e se desperta seu interesse sexual. A relação com as mulheres da família indica como se comportará com a própria esposa, porque é um modelo que será repetido. A satisfação com o trabalho mostra se ele se sente bem consigo mesmo. Caso não goste do que faz, tenderá a puxá-la para baixo também. E a química física é aviso de intimidade total.

3. Onde está a felicidade?
Tem gente que está sempre correndo e não vê os instantes de plenitude da vida.Estar viva, sentir o cheiro da terra depois da chuva, ver o pôr do sol, ouvir o som dos pássaros – tudo isso traz um enorme contentamento. Quando estamos despertas, vivemos mais intensamente e percebemos beleza até mesmo na tristeza, pois sabemos que logo ela vai passar. Lembre-se, por exemplo, de quando você era criança. Sorria com mais facilidade, certo? Talvez porque notasse a alegria nas coisas mais simples ou por não projetar sua satisfação em algo ou alguém...

4. O que escondo dos outros?
É natural escolher o que vai ou não mostrar ao mundo. A questão é: quando você está cara a cara consigo mesma, tem coragem de mexer naquele bauzinho trancado no fundo da sua alma? Pois o que se esconde ali é um tesouro ao contrário: são suas dificuldades, seus medos, seus traumas. E, apesar de não ser nada fácil trazê-los à tona, é infinitamente recompensador vencê-los.

5. Por que me sinto tão ansiosa?
A ansiedade expõe dificuldade para lidar com nossos conflitos. É muito importante perceber nossos limites, o que não significa nos limitar a eles, mas respeitar o próprio ritmo. A expectativa de que algo bom aconteça é gostosa, mas viver em função do que está por vir pode ser devastador. Corre-se o risco de sofrer por antecipação com algo que, muitas vezes, nem vai acontecer. Não dá para controlar todos os resultados. A ansiedade é necessária para nos tirar da inércia. Mas, em excesso, transforma-se em alerta para a insegurança em relação ao futuro, o medo de errar – talvez seu nível de perfeccionismo esteja elevado – ou aquela vontade de abraçar o mundo. 

6. O que me faz sonhar?
Será mesmo que seu mundo perfeito seria ocupar a cadeira da presidência da empresa? Viver em uma ilha com o marido, dois filhos e um labrador bastaria? Um exercício bacana para investigar essa questão é pensar no gênio da lâmpada e então mentalizar três grandes desejos, quaisquer que sejam. É possível que descubra já estar vivendo seu sonho. Ou pode perceber que se distanciou muito e, portanto, é hora de sair em busca dele!

7. Trato meus pais como eles merecem?
A pergunta que precisa ser feita para chegar a uma resposta plausível é: você consegue ver seus pais como seres humanos?Quando percebemos que eles são falíveis e fizeram por nós o melhor que podiam, deixamos de alimentar sentimentos de raiva e ressentimento. Considere as dores e dificuldades pelas quais eles passaram. Muitas vezes, exigimos atitudes santas que nós mesmas não temos. Outro ponto importante é perceber que existe um pedaço deles em você e que compreendê-los equivale a entender melhor a si mesma. Procure não deixar para se arrepender depois que eles partirem. Encontre tempo para visitálos ou para dar um telefonema – e nunca os trate mal. É preciso ter com os mais velhos a mesma paciência que uma criança exige. A intimidade às vezes nos leva a ser grosseiras. Portanto, o afeto é o caminho.

8. Quando me olho no espelho, o que vejo?
Sua imagem é algo subjetivo, e não real.O que você vê tem muito de distorção e de conveniência – não à toa, quem sofre de anorexia sempre se enxerga mais gorda do que é. Significa que o espelho mostra como está se sentindo naquele momento. Por isso, não é 100% confiável. É preciso avaliar como os outros enxergam seu físico e, baseando-se nisso, trabalhar eventuais distorções que possa alimentar em relação a ele.

9. Será que fiz a escolha certa na carreira?
Existe um ciclo profissional que funciona geralmente assim: você começa um trabalho, aprende com ele, desenvolve estratégias para subir e atinge um estado de conforto. Então, passa a repetir tarefas e deixa de receber desafios – sinal de que chegou a hora de mudar. Agora, isso não necessariamente indica que fez a escolha errada. Pode ser que precise atualizar-se, adquirir novas competências ou acionar sua rede de contatos para respirar novos ares. Procure se lembrar de todas as habilidades que já desenvolveu na vida, incluindo características pessoais.Você é mais aberta ou mais tímida? Gosta de comandar ou prefere mesmo trabalhar em equipe? Procura autonomia ou o principal para você é lutar por uma causa? Essas respostas vão mostrar se a área que escolheu bate com seus desejos e talentos ou se vale a pena sondar outra carreira.

10. Em que eu tenho fé?
Provavelmente você recebeu uma ideia preconcebida de Deus e se contentou com ela. Mas a fé transcende o aspecto religioso: quer dizer procurar o significado da vida, tentar encontrar respostas para seus dilemas existenciais. É uma necessidade intrínseca que, quando satisfeita, conforta a alma e traz paz. 

11. Ainda preciso perdoar alguém?
A ciência já comprovou que perdoar faz bem à saúde. A raiva, a mágoa e o ressentimento têm impacto nocivo no sistema cardiovascular, por exemplo. Do ponto de vista psicológico, fica fácil entender que guardar rancor nos torna pessoas amargas, pessimistas e infelizes. A melhor coisa a fazer quando nos sentimos ofendidas por alguém é tentar descobrir o motivo. Será que o que a atingiu estava no outro ou em você? Se estivesse no lugar de quem a feriu, seria realmente incapaz de fazer o mesmo? Todas essas questões nos permitem enxergar o ofensor como uma pessoa bem parecida conosco, e isso evita a mágoa.A mágoa do passado não está viva agora. É apenas uma memória.”

12. Quem disse que preciso emagrecer?
Muitas de nós confundem boa forma física com outros atributos, como sensualidade, beleza e sucesso. Por isso, vivem de dieta, imaginando que, ao perder alguns quilos, ganharão outras qualidades. Isso não é real. A não ser em casos de obesidade, em que emagrecer é imperativo para preservar ou recuperar a saúde. Essa é uma questão de autoestima, de ser feliz somente aos olhos dos outros. Perseguir um padrão de beleza é ignorar que cada corpo tem uma estrutura. São raras as mulheres que conseguirão manter um manequim 36.

13. Envelhecer é um problema?
Envelhece bem quem tem a capacidade de entender que o amadurecimento é um fato e não uma escolha. Quando o aceitamos como algo natural, respeitamos as alterações pelas quais o nosso corpo passa em cada fase da vida, sem a autoimposição de sermos jovens para sempre. O processo torna-se bem menos doloroso e passa a ser até prazeroso. O bem-estar do corpo e da mente ajuda a enfrentar as mudanças que chegam com a idade de maneira positiva. Não significa, porém, que não devamos buscar meios de envelhecer com saúde e pique.

14. É mesmo minha culpa?
É preciso saber se estamos falando de um sentimento real ou imaginário. Uma coisa é atropelar alguém e buscar reparar o que fez; outra é ficar se roendo porque saiu com amigos e deixou em casa uma pessoa enferma, mesmo que assistida. Você também tem direito a diversão!Na maioria das vezes, a culpa é cultural, uma visão de mundo adquirida. Por exemplo, aprendemos que, se recebemos algo de bom, estamos automaticamente em dívida. Por quê? Quem doa tempo, dinheiro, atenção deveria fazer por altruísmo e vontade. Cabe a quem aceita ter gratidão. Então, sempre que começar a se punir, procure se perguntar se faz isso por alguma razão concreta ou por hábito. Assim como a ansiedade exagerada, o excesso de culpa também é sinal dessa vontade feminina de ser onipotente.A crença de ser superpoderosa está intoxicando as mulheres.

15. Será que eu virei uma eterna reclamona?
O chefe não reconhece seu talento, o marido poderia ajudar mais, o trânsito não colabora... Parece inevitável ficar de mal com o mundo – é o que a maioria faz. Só que, às vezes, juntar-se ao senso comum equivale a violentar sua essência. Digamos que você ame seu trabalho, mas conviva com pessoas que perderam o brilho no olhar. Sem perceber, passa a agir como elas e a reclamar de tudo em vez de tentar mudar. Ou então liga o piloto automático no amor e age como se os homens fossem todos iguais... Procure refletir: ser otimista é uma escolha, praticamente um voto que se renova a cada dia. Agora, é possível que a irritação constante tenha motivo de existir – inclusive físico. As alterações de humor frequentes podem estar ligadas a desequilíbrios hormonais; o sono que não passa nunca muitas vezes indica desmotivação. Aquela dor de cabeça, nos ombros ou então de estômago que sempre aparece no final do dia pode estar querendo dizer: Ei, você está se sobrecarregando. E seu corpo, o que tem falado? 

16. Como lido com as críticas?
Pessoas do tipo afetivo levam tudo para o lado pessoal, sofrem demais e não conseguem reagir de maneira racional. Deixam de crescer achando que o problema é sempre do outro. Por outro lado, quem vive em função de acolher todas as críticas perde autonomia e independência. O caminho do meio é fazer uma avaliação franca sobre os comentários. Se não servem para você, descarte. Mas se incomodam, é porque existe verdade neles. A regra mais simples é considerar o seguinte: se uma pessoa observa algo em seu comportamento, provavelmente não é digno de preocupação. Se duas dizem, preste atenção. Três? Reavalie.

17. O que meus ex têm a me dizer?
Se suas relações parecem sempre uma prova de fogo, é sinal de que tem repetido erros. Procure identificar se existe em você algum comportamento recorrente que costuma causar atritos. É provável que encontre aí uma lição perturbadora sobre si mesma. Se é do tipo que fica amiga do ex, também pode aproveitar a reflexão e olhar para dentro. Pense nas dinâmicas que não deram certo e que levaram ao fim do relacionamento. Vai perceber quanto se dispôs a ceder, compreender, ensinar, cuidar... Comparando tudo isso com a forma como se comporta hoje, saberá dizer quais são os pontos a melhorar.

18. Eu ajudo os outros?
Os seres humanos estão em rede e todas as nossas atitudes, mais cedo ou mais tarde, reverberam em outra pessoa. A vida se modifica quando fazemos o nosso melhor. Toda boa ação tem uma boa reação. Por isso, por mais simples que seja a contribuição, ela tem, sim, valor. Afinal, um parafuso em uma engrenagem enorme é peça fundamental para fazer tudo girar sem desmontar.Pode ser que você não consiga engajar-se em um trabalho voluntário nem defenda grandes causas, mas faz o exercício de estender a mão ao outro – nem que seja ao colega da mesa ao lado ou àquela senhora na sala de espera do consultório médico.

19. Meus amigos do Facebook me bastam?
É uma delícia se sentir pertinho das pessoas queridas nas redes sociais, e fazer novas amizades, ainda que virtuais, também vira diversão. Agora, pode acontecer de você estar usando o Facebook e o Orkut como compra de consciência, já que o dia a dia atarefado não permite encontrar os mais íntimos para um abraço no aniversário, um apoio depois de uma separação... Escrever no mural alheio vira uma prática solitária e descomprometida.Fora que na internet as pessoas tendem a ser o que gostariam, e não o que realmente são, tornando as relações superficiais.

20. A quem estou tentando agradar?
É bobagem tentar se convencer de que a opinião dos outros não conta. Todas nós queremos ser amadas e admiradas. Acontece que essa busca por aprovação pode ser cruel. Em nome da necessidade de ser aceita, há dois riscos: abrir mão da própria personalidade e achar que todo mundo, sem exceção, precisa considerá-la incrível. Ora, se sua autoestima estiver em níveis saudáveis, bastará que você e aqueles que realmente importam na sua vida saibam seu valor.

Comente via Blogger
Comente via Facebook
Comente via Google+

3 comentários:

  1. nossa pensei que só eu tivesse essas dúvidas! pricipalmente quanto a carreira e quanto a ter filhos...

    ResponderExcluir
  2. Oi, Milena, tenho percebido que você trabalha na esmagadora maioria das vezes com posts curtos. O primeiro texto longo que vejo aqui é esse, mas ele realmente é muito bom. Gostei muito dele e não pude me conter em lhe dar os parabéns porque ele é simplesmente eccelente.

    Você tem razão: na internet as pessoas são muito mais o que gostariam de ser do que o que realmente são. No facebook, ninguém tem preconceito, todos são muito bem resolvidos, têm consciência ambiental e social, não estão nem aí para o que os outros pensam e a gente sabe que, no mundo real, elas não são aquilo tudo. Na verdade, não são nem metade daquilo que elas gostariam que as pessoas acreditassem e parece que o grande trunfo do facebook reside justamente aí: em ser uma vitrine virtual daquilo que as pessoas gostariam de ser...

    Beijos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Como a demanda de conselhos está muito grande, não tem me possibilitado escrever postagens maiores, pois elas levam um certo tempo para ficarem perfeitas ou da maneira que eu desejo para serem colocadas no site.
      Mas, no site tem algumas postagens maiores.

      Excluir



Receitas da Millena

Atualidades

Relacionamentos

Internet