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Amar, aceitar ou terminar?


Quem nunca na vida diante de um relacionamento viveu esse dilema?
Muitas pessoas vivem uma vida de faz de conta...
Faz de conta que sou feliz, faz de conta que sou amada, faz de conta que não sou traída, faz de conta que tenho um relacionamento perfeito...
A realidade é que muitos vivem uma vida de faixada aos olhos dos outros e principalmente nas redes sociais que tudo é lindo e maravilhoso.
Amor é o maior sentimento do ser humano é puro, sincero e verdadeiro.
Pode significar afeição, compaixão, misericórdia e muito mais.
O amor é como uma via de mão única, que sai de você e vai até o outro. É fácil viver as caricaturas do amor, mas o autêntico amor é exigente.
A autenticidade do amor se verifica pela cruz. Todo amor verdadeiro traz o sinal do sacrifício. E é através desse sinal que você identifica o verdadeiro amor e o falso. Não há amor sem renúncia. Depois que o pecado entrou em nossa história, amar tornou-se uma 'imolação a si mesmo', uma verdadeira crucificação própria. Mas os seus frutos são doces. Quando se planta amor, se colhe amor.
E Deus nos deixou como um dos seus mandamentos: “Amai-vos uns aos outros como a nós mesmos". É difícil, sim, mas, não impossível.
É só sermos humildes suficientes para sabermos  sentir e dedicarmos ao outro.
Amar tem sido cada vez mais complicado nos dias de hoje e sempre foi... 
Amar, o que se pode dizer:
Amor de mãe quem não o tem? É o melhor.
Amor de pai é maravilhoso!
Amor de irmão é na maioria das vezes complicado mais é muito bom!
Agora amor entre duas pessoas, onde existe um olhar um calor, melhor ainda se tiver um abraço.
Nossa coisa melhor não existe, amor não tem preço, ninguém tira de você, quando realmente existe sentimento recíproco!
Se as pessoas fossem mais honestas quando o assunto é sentimento, o amor seria mais fácil e menos dolorido.
Aceitação, palavra mais difícil ainda quando o assunto é relacionamento entre seres humanos.
Acredito que a aceitação do outro passa pela aceitação da própria impotência.
Quando conseguimos a proeza de aceitar que não podemos tudo aceitamos também nossas fraquezas em consequência somos capazes de também aceitar o que nos outros vemos de errado em nossa perspectiva, mas, apesar disso deixamos que o outro siga.
Há uma comum confusão entre aceitar o outro, entender o outro e concordar com o que consideramos errado.
Como aceitar o outro é difícil, pois significa lidar com as qualidades e os defeitos também.
Ninguém é perfeito, todos nós temos defeitos, mas, o problema é a aceitação desses defeitos, pois alguns são  convivência impossível.
Conviver com uma pessoa que te agrida, traia, maltrate e tantas outras mais coisas em nome do amor não vale a pena e é inaceitável.
Quem ama de verdade faz de tudo para agradar o outro e não ferir ou magoar.
Aceitar o outro, as vezes significa concordar as atitudes erradas dele e ser conivente com tal situação.
Todos nós temos dificuldades, em algum momento, de aceitar ao outro exatamente como ele é.
Pra aceitar ao outro, temos que abrir mãos de muitas coisas, não pode fazer juízo de nada ou de quase nada. Acho que ficamos como "vaquinha de presépio".
Talvez, por que nós queremos que os outros sejam da maneira que nós achamos que deveriam ser. Queremos manusear as pessoas, comandá-las.
Esquecemos que cada um tem a sua individualidade, preferências, pensam diferentes e também tem problemas. Não somos perfeitos e não devemos exigir perfeição das pessoas, mas, lidar e com conviver com a imperfeição do outro pode ser doloroso.
Relações interpessoais, não são simples. Todos temos muitas diferenças no modo de sentir, entender, interesses, agir e até de aprender com as experiências pessoais.
Para manter boas relações com aqueles que convivem conosco integral ou transitoriamente, é necessário uma boa dose de compreensão, de capacidade de entender pela perspectiva do outro.
Você tem um conjunto de conceitos e valores formados, e obviamente os considera corretos, então busca no outro a semelhança, é uma espécie de autodefesa.
Se for diferente, talvez não lhe faça bem... Então é natural esse sentimento de rejeição.
Mas, a partir do momento que você passa a ter consciência disso, pode optar e escolher um jeito diferente de agir, buscando ouvir mais, falar menos e refletir sobre as ações do outro, influenciando-se o mínimo possível por seus valores preexistentes.
Término, outra palavra na qual a maiorias das pessoas também não sabem como lidar quando ela surge na suas vidas e se desesperam.
No término de um namoro o parceiro espera que o outro corra atrás, chore, implore. Quando isso não acontece a outra pessoa fica em choque, sem entender o porque do ex não ter se manifestado. Aposto que para ele foi como se você nem desse a mínima.
Deixou ele sem chão, cheio de dúvidas.
Se realmente não tem intenção de voltar, então, corte totalmente o contato. Ignore, seja superior.
Em fim de relacionamento, pelo menos por um bom tempo eu sumo do mapa. Não tenho contato nenhum com a pessoa. Depois de um bom tempo, quando realmente sei que estou bem e que realmente não tenho mais sentimentos pela pessoa, ai, sim permito aproximação.
Não existe não aceitar término. Você termina, dá as costas e vai embora, coloca a sua fila para andar, não procura mais e evita frequentar os lugares que ela frequenta. Ou seja, contato nenhum nem por computador, telefone, recados, carta... Nada de receber e mandar recados de modo algum.
Parece fácil, mas, quem não aceita o término sempre dá um jeito de infernizar a vida do ex até conseguir um retorno.
Se humilha, chora, corre atrás e faz de tudo um pouco ou um pouco de tudo.
Alguns ameaçam se matar em nome desse amor que é doentio.
Término não é fácil pra nenhum dos dois lados e sempre tem sofrimento para ambos.
Se não têm afinidade, não há cumplicidade, não tem sentimento... Não é feliz, não tem motivo para ficarem juntos.
Parece frio da minha parte, mas, é verdadeiro.
Algumas pessoas preferem o sofrimento ao término por medo de ficarem sozinhas e não arrumarem outra pessoa, de arranjarem alguém pior e tantos outros motivos que não serve de justificativa para tal.
Quanto mais longa e íntima for a relação, provavelmente mais desolador será o momento do término, mesmo se a intimidade era produto de sofrimentos, incompreensões e ofensas. Diante da percepção de que a decisão do outro é irreversível, costuma vir a depressão, quase sempre acompanhada pelos sentimentos de auto depreciação, pena de si mesmo, baixa autoestima.
As etapas se mesclam principalmente a depressão com autodesvalorização e a raiva com o ataque ao outro, a vingança e a hostilidade.
A depreciação da pessoa amada pode ser um mecanismo útil de vasta aplicação que nos permite suportar decepções sem nos tornarmos selvagens.
Certo grau de depreciação de qualquer pessoa ou coisa querida a que se renunciou é provavelmente inevitável, mesmo se configurada em pouco mais que a descoberta do fato de que a pessoa, ou coisa desejada, fora exageradamente idealizada.
É difícil deixar de pensar a respeito da vida e dos atuais sentimentos do nosso ex: se ele sente nossa falta, se precisa de nós ou se está reconstruindo sua própria vida.
As possíveis novas relações do ex podem dar início ao ciúme, inclusive em quem nunca o sentiu. “É possível que um indivíduo” deseje estar - ou mesmo, no nível da fantasia, sinta-se - comprometido com uma pessoa amada sem que a recíproca seja verdadeira, e, nesse caso, a interferência de um rival pode gerar o ciúme, apresentando as mesmas características de uma situação triangular real.
O ciúme e o sentimento de posse emergem, especialmente, quando se perdem todos os direitos: se antes tínhamos “o direito de amor exclusivo” sobre uma pessoa, quando ele cessa de existir, surge uma profunda sensação de frustração e de impotência.
Às vezes ocorre que, depois do término, ao mesmo tempo em que se aguça o desejo de possuir e de controlar o outro, acaba-se perdendo toda a motivação para viver e experimenta-se a penosa sensação de estar à deriva o fim de um romance, mesmo o primeiro, pode disparar uma depressão vitalícia, principalmente nas pessoas que têm uma vulnerabilidade predeterminada a vicissitudes românticas e a deprimir-se durante tais períodos difíceis.
Há pessoas que se protegem do impacto emocional da separação fazendo uma defesa de “anestesia afetiva total”
“Eu estou tão estranha, não consigo sentir nem alegria nem tristeza”. Há quem se isole, preferindo ficar sozinho ou em contato com pouca gente para ter a sensação de paz e de alívio, ao referir-se à separação, enfatiza a questão da “capacidade de ficar só” dos sujeitos e distingue diferentes formas de solidão.
A solidão pode representar uma possibilidade de ficar consigo mesmo ou uma incapacidade de tolerar a indiferença do outro, manifestando-se tanto no isolamento voluntário como na busca compulsiva de companhia.
Pouco a pouco, porém, as emoções que nos mantêm impossibilitados de reagir vão sendo reelaboradas e vividas de maneira mais direta e menos dilacerante. “Somos indivíduos reprimidos pelo proibido e pelo impossível, que procuram adaptar-se a seus relacionamentos extremamente imperfeitos”.
Vivemos de perder e abandonar, e de desistir. “E, mais cedo ou mais tarde, com maior ou menor sofrimento, todos nós compreendemos que a perda é, sem dúvida, uma condição permanente da vida humana”.
Amar, Aceitar ou Terminar?
Depende, cada caso é um caso.

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